quarta-feira, 11 de março de 2009

Projeto Ambiental


Nessa semana, nos dias 12 e 13, está acontecendo no Hotel Himmelblau, um seminário sobre o meio ambiente, para divulgar um projeto com o nome de: Projeto Inventário Florístico - Florestal de SC. É uma iniciativa do governo estadual, que conta com as seguintes instituições responsáveis e executoras do projeto: SAR (Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Rural), FURB, UFSC e EPAGRI (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina). Este projeto está em sua terceira etapa, e irá para a quarta etapa em julho de 2010.O projeto abrange, a diversidade das plantas existentes em SC, o uso socioeconômico dos recursos florestais. Isso poderá ajudar a elaborar uma lista de espécies florestais ameaçadas em extinção, o que poderá ajudar na recuperação dessas plantas ameaçadas. A sua metodologia é compatível com o projeto do IFN (Inventário Florestal Nacional). Que tem como iniciativa o Serviço Florestal Brasileiro, do Ministério do Meio Ambiente.
Para saber mais sobre o projeto citado, indicamos os sites:




Aluna: Nicole Fernanda Prochnow – Turma: 2.3.1

sábado, 7 de março de 2009

Economia Sustentável


Hoje, metade dos combustíveis utilizados no Brasil são de fontes renováveis. Os principais estados de venda de Matriz Energética sustentável são: Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Ocupando o sétimo lugar em Óleo Diesel e sexto lugar em Gás Natural está Santa Catarina.
Com essas fontes renováveis, não poluímos o Meio Ambiente, barateamos o custo e ainda essas fontes são compatíveis com uma economia moderna e sustentável.
De acordo com uma reportagem sobre “As Dez Razões para o Otimismo da Crise”, em quinto lugar encontra-se a Matriz Energética Brasileira por ser a mais verde do mundo, com a independência do petróleo importado.
A descoberta das reservas de pré-sal, além de consolidar a autossuficiência do petróleo, faz do Brasil um exportador do mesmo.
“O Brasil é um dos poucos países que combinam recursos hidráulicos, domínio da tecnologia da energia renovável e tem agora a benesse das megarreservas do pré-sal, que só dependem de uma atualização do marco regulatório para atrair a participação mais intensa do setor privado” afirma Carlos Langoni, diretor do Centro Econômico Mundial da Fundação Getúlio Vargas.

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Saiba mais:

- Revista Veja, edição 2102.

- COGEN-SP:



By Laís Amanda Poffo

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Consequencias da ação humana

Na ilha de Macquarie entre a Austrália e a Antártida se vê belos penhascos verdes e ásperos e céus carregados de neblina é um lugar perfeito para os amantes da natureza, mas a ilha ultimamente vem sofrendo pois em 1985 cientistas australianos iniciaram um plano ambicioso: exterminar os felinos não-nativos que vagavam pelos declives da ilha desde o início do século 19.
O programa começou por necessidade aparente - os felinos estavam caçando pássaros nativos. Vinte e quatro anos depois, uma equipe de cientistas da Divisão Antártica Australiana e da Universidade da Tasmânia relata que a eliminação dos felinos inesperadamente destruiu o ecossistema da ilha.
Sem os felinos, os coelhos da ilha (também não-nativos) começaram a se reproduzir descontroladamente, depredando plantas nativas e causando efeitos em cadeia no ecossistema.
"Nossas descobertas mostram que é importante que cientistas estudem o ecossistema como um todo antes de realizar programas de erradicação," disse Arko Lucieer, especialista de sensoriamento remoto da Universidade da Tasmânia e co-autor do estudo.
"Não houve muitos programas que levaram o sistema inteiro em consideração. Você precisa visualizar o cenário todo: 'se matarmos esse animal, que outras conseqüências existirão?'"
Para avaliar as conseqüências do extermínio de felinos, a equipe de ecologistas comparou imagens de satélite da ilha em 2000, ano em que os últimos felinos foram mortos, ao cenário de 2007.
"Você pode ver claramente a diferença entre as plantas saudáveis e mortas em nossas imagens," Lucieer disse. "A vegetação viva aparece em vermelho intenso." Os cientistas também estudaram profundamente trechos do terreno da ilha para descobrir as espécies de plantas que os compunham.
As imagens de satélite posteriores revelaram uma paisagem completamente diferente. A população excessiva de coelhos havia destruído as relvas exuberantes nas encostas do litoral, deixando-as descobertas. Relvas e ervas exóticas começaram a se espalhar pelos declives descobertos, formando uma rede densa de gramas e caules que em alguns lugares impediu que as aves marinhas nativas pudessem ter acesso a locais adequados para construir seus ninhos.
"Houve centenas de esforços de erradicação de espécies invasoras e a grande maioria resultou em ganhos de conservação claros," disse Erika Zavaleta, uma ecologista da Universidade da Califórnia, Santa Cruz. "Mas a ilha Macquarie é um exemplo novo e claro de efeitos colaterais inesperados que podem acontecer."
"Esse estudo claramente demonstra que quando conduzimos um esforço de eliminação, não sabemos exatamente qual será o resultado," disse Barry Rice, um especialista de espécies invasoras da Nature Conservancy. "Não se pode entrar e realizar uma única operação cirúrgica. Cada tipo de controle que é feito vai causar algum dano."


http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3590721-EI238,00.html

Postado por Janaina R. Baade e Jessica J. Gradiz