quinta-feira, 9 de abril de 2009

A próxima grande crise


A grande preocupação desde século é com o desmatamento e a extinção das espécies, porém o que não nos ocorre é outra catástrofe ecológica que está chegando sem que ninguém perceba. Estamos acabando com os minerais da Terra o que poderá causar uma grande crise tecnológica!
Várias coisas poderão deixar de existir! Como por exemplo o lítio, hoje, temos uma reserva de 14 milhões de toneladas, esta reserva dá 100 anos no ritmo atual de consumo. Porém cada carro elétrico (que diminui o aquecimento global) uso pelo menos 8Kg de litro, e hoje é produzido cerca de 71 milhões de carros por ano. Se todos os carros fossem elétricos todo lítio do mundo seria consumido em 32 anos, isso sem contar o lítio gasto para fazer baterias. A solução deste problema é simples: consumir menos e reciclar mais!

Saiba mais: Revista Super Interessante edição:264 – abr/2009

Por Janaina Regina Baade 231

sábado, 4 de abril de 2009

Governadores da Amazônia querem receber por preservar floresta

Idéia é vender preservação para compensar emissões de CO2. Reunidos em Cuiabá, eles preparam proposta para ser levada à ONU.
A floresta em pé tem que render mais dinheiro do que a floresta derrubada. É com base nessa premissa que sete governadores de estados amazônicos se reuniram nesta quarta-feira (1º), em Cuiabá. O objetivo deles é desenvolver um mecanismo para que quem preserve a floresta possa receber dinheiro por isso.
Os governadores querem que a manutenção da floresta possa ser “comprada” por empresas e países que emitem muitos gases causadores de efeito estufa. Investindo em preservação, eles impediriam que a derrubada da floresta emitisse gás carbônico, compensando assim a poluição causada em suas indústrias.
No final do ano, na Dinamarca, uma reunião da ONU poderá definir se esse mecanismo será válido oficialmente.

Para mais informações sobre esta notícia recomendamos:
http://www.globoamazonia.com/Amazonia/0,,MUL1068568-16052,00-GOVERNADORES+DA+AMAZONIA+QUEREM+RECEBER+POR+PRESERVAR+FLORESTA.html

Aluna: Marina Schlossmacher Mette turma: 2.3.1

Deputados de SC aprovam nova legislação


Cerca de cinco mil agricultores estiveram em Florianópolis, para acompanhar a votação do Código Ambiental de Santa Catarina. A sessão que aprovou o código teve 38 deputados presentes. A aprovação foi dada com 31 votos a favor (seis, dos deputados que não aprovaram a legislação do meio ambiente, são do PT e apenas um é do PDT).
O projeto de Lei, que foi encaminhado à Assembléia em julho de 2008 e recebeu mais de 200 emendas após a realização de 10 audiências públicas, trata de assuntos como o recuo mínimo a partir das margens, que passa a ser de 5 metros para propriedades de até 50 hectares. Acima desse patamar, o menor recuo será de 10 metros, podendo variar de acordo com estudos técnicos elaborados pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) que justifiquem a adoção de novos parâmetros. De acordo com entidades do setor, isso legaliza 40% das áreas produtoras de aves e suínos e 60% das produtoras de leite do Estado.
No entanto, essa redução não significa que os produtores possam desmatar o que sobrou de matas ciliares ou qualquer outra área de proteção. Entidades relacionadas ao meio ambiente e aos recursos hídricos alegam que a alteração afetará a quantidade de água disponível para consumo.
Depois de aprovado na Assembléia, o Projeto segue, nos próximos dez dias, para a sanção do governador Luiz Henrique.

Para mais informações sobre esta notícia recomendamos:
http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1067377-5598,00-DEPUTADOS+DE+SC+APROVAM+NOVA+LEGISLACAO+SOBRE+MEIO+AMBIENTE.html

Aluna: Marina Schlossmacher Mette turma: 2.3.1

sábado, 28 de março de 2009

Lixão do Pacífico


Uma nova área surge no mundo, coberta por plásticos, plânctons, alimentos e lixo, tudo misturado. Situado entre o litoral do Havaí e da Califórnia, a cerca de mil e seiscentos quilômetros da costa, o Lixão do Pacífico já foi um paraíso.
Charles Moore foi o primeiro a detectar a massa de lixo no Oceano Pacífico “foi perturbador”. Plásticos grandes foram transformados em casa para mariscos, e águas-vivas estão se enrolando em fios de nylon. Na foto, a tartaruga cresceu com um anel de plásticoem volta do casco.
Cerca de 27 % do lixo são sacolas de supermercado, e durante pesquisas constataram que em 670 peixes existiam mil e quatrocentos fragmentos de plástico neles.
Kamilo Beach, uma praia do Havaí, com mais de mil quilômetros do Lixão do Pacífico, lixos com ideogramas coreanos, caracteres chineses foram encontrados na ilha. Estima-se que em mais cinco regiões do mundo ocorram a mesma coisa que Kamilo Beach, uma delas é em uma das Ilhas Maldivas, porém lá, ocorre um pouco diferente, pois, se o lixo não chega pelos mares, ele chega pelos humanos, e em menos de duas décadas a ilha já possuí cinqüenta mil metros quadrados.
O lixo orgânico é queimado na hora que chega, todos os plásticos e metais são exportados para a Índia com finalidade de reciclagem, e o resto forma a base da ilha. Todos os nativos das Maldivas se recusam a trabalhar com o lixo, por isso apenas cento e cinqüenta imigrantes vindos de Bangladesh trabalham lá por um salário entre sessenta e cem dólares por mês.

“Gostaria que o mundo inteiro percebesse que o tipo de vida que estamos levando, isso de jogar tudo fora, usar tantos produtos descartáveis, está nos matando. Temos que mudar, se quisermos sobreviver”
Charles Moore.
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Saiba mais:
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Nome: Luiza Schmitt Góss 231

quinta-feira, 19 de março de 2009

Previsões sobre o futuro da Amazônia


O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) esta fazendo um projeto para prever o futuro da Amazônia com os efeitos do aquecimento global e pelo desmatamento. As previsões são feitas por computadores.
Com cálculos bem otimistas caso haja um aumento da temperatura de 2,5 graus centígrados e o desmatamento de 40% da área original da floresta, por volta de 2050 restarão apenas 70% da floresta tropical. A projeção leva em conta que uma parte das áreas desmatadas conseguirá se recuperar.
A hipótese mais pessimista segundo Carlos Nobre, pesquisador do INPE é de que até 2100 sejam desmatados 60% da área original da floresta e simultaneamente, haja um aumento médio da temperatura de 5 graus centígrados.

Saiba mais: http://www.globoamazonia.com/Amazonia/0,,MUL1048685-16052,00-INPE+FAZ+PROJECOES+INEDITAS+RELACIONANDO+DESMATAMENTO+E+AQUECIMENTO.html

Por: Jéssica J. Gradiz
Turma: 2.3.1

quarta-feira, 11 de março de 2009

Projeto Ambiental


Nessa semana, nos dias 12 e 13, está acontecendo no Hotel Himmelblau, um seminário sobre o meio ambiente, para divulgar um projeto com o nome de: Projeto Inventário Florístico - Florestal de SC. É uma iniciativa do governo estadual, que conta com as seguintes instituições responsáveis e executoras do projeto: SAR (Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Rural), FURB, UFSC e EPAGRI (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina). Este projeto está em sua terceira etapa, e irá para a quarta etapa em julho de 2010.O projeto abrange, a diversidade das plantas existentes em SC, o uso socioeconômico dos recursos florestais. Isso poderá ajudar a elaborar uma lista de espécies florestais ameaçadas em extinção, o que poderá ajudar na recuperação dessas plantas ameaçadas. A sua metodologia é compatível com o projeto do IFN (Inventário Florestal Nacional). Que tem como iniciativa o Serviço Florestal Brasileiro, do Ministério do Meio Ambiente.
Para saber mais sobre o projeto citado, indicamos os sites:




Aluna: Nicole Fernanda Prochnow – Turma: 2.3.1

sábado, 7 de março de 2009

Economia Sustentável


Hoje, metade dos combustíveis utilizados no Brasil são de fontes renováveis. Os principais estados de venda de Matriz Energética sustentável são: Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Ocupando o sétimo lugar em Óleo Diesel e sexto lugar em Gás Natural está Santa Catarina.
Com essas fontes renováveis, não poluímos o Meio Ambiente, barateamos o custo e ainda essas fontes são compatíveis com uma economia moderna e sustentável.
De acordo com uma reportagem sobre “As Dez Razões para o Otimismo da Crise”, em quinto lugar encontra-se a Matriz Energética Brasileira por ser a mais verde do mundo, com a independência do petróleo importado.
A descoberta das reservas de pré-sal, além de consolidar a autossuficiência do petróleo, faz do Brasil um exportador do mesmo.
“O Brasil é um dos poucos países que combinam recursos hidráulicos, domínio da tecnologia da energia renovável e tem agora a benesse das megarreservas do pré-sal, que só dependem de uma atualização do marco regulatório para atrair a participação mais intensa do setor privado” afirma Carlos Langoni, diretor do Centro Econômico Mundial da Fundação Getúlio Vargas.

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Saiba mais:

- Revista Veja, edição 2102.

- COGEN-SP:



By Laís Amanda Poffo